Certa vez, uma senhora foi convidada para uma festa, destas beneficentes, de incentivo à participação e ajuda mútua. Para isso, são oferecidos prêmios de alto valor. Neste caso, era um anel de brilhante com valor estimado em aproximadamente R$ 15.000,00. Durante todo o evento, esta senhora torcia para que o seu número fosse o sorteado, o que não ocorreu.
De volta ao seu sítio, na manhã seguinte, ainda indignada, saiu para dar as ordens do dia ao seu Zé, um homem quieto, trabalhador, humilde e muito simples, porém observador. Zé logo percebeu que sua patroa não estava muito bem naquela manhã, e perguntou:
- O que aconteceu que a senhora está irritada, dona?
Ela respondeu que havia ido a uma festa beneficente na cidade na noite anterior e que tinha um anel de brilhante como prêmio, e quem ganhou foi uma das mulheres mais ricas da cidade. O seu Zé parou, olhou fixo para o mato que capinava, olhou novamente para o céu e, de repente, disse:
- É, dona, a vida é assim mesmo: todo rio vai para o mar, e pra quê? Pra que ele vai para o mar se lá já tá tão cheio de água, e não precisa mais?
A vida é assim mesmo! Os que mais têm, mais recebem. Mas todos recebemos alguma coisa, na "pior" das hipóteses um aprendizado, e a observação que podemos canalizar e oportunizar nossos dons para que possamos receber muito mais. Pois o pouco qualquer um tem ainda assim poderá lhe ser tirado, e aquele que tudo tem, se tiver fé, a este muito mais lhe será acrescentado.
Paulo Roberto Kroich Gomes
Motivacional de Amanha: Conviver com perdas
Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação. Clarice Lispector
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sábado, 15 de maio de 2010
oraçao
Hoje e sempre, eu quero:
Tempo para pensar antes de falar; serenidade para agir depois de falar; perseverança para continuar agindo depois de começar; humildade para reconhecer que preciso de outras pessoas; sinceridade para falar o "não" que preciso falar; lealdade comigo mesmo, para não me comparar com ninguém; e fé na medida da razão, para eu continuar fazendo, sem esperar que qualquer coisa caia do céu sem o meu esforço.
"Assim, podemos seguir confiantes, certos da vitória sobre nós mesmos, sobre as nossas dificuldades em entender, o porque de certas situações."
Quando não há resposta, devemos seguir trabalhando, certos de que, no devido tempo, tudo será esclarecido, elucidado e concluído.
Assim, compreender que a felicidade é a recompensa natural, dos que insistem em fazer tudo direito, mesmo quando todos insistem em fazer errado.
"Somos os construtores dos nossos sonhos, responsáveis pelos nossos passos."
O que semeia, o que planta e o que vai colher.
Por isso, semeie amor, por onde você for.
Paulo Roberto Gaefke
Tempo para pensar antes de falar; serenidade para agir depois de falar; perseverança para continuar agindo depois de começar; humildade para reconhecer que preciso de outras pessoas; sinceridade para falar o "não" que preciso falar; lealdade comigo mesmo, para não me comparar com ninguém; e fé na medida da razão, para eu continuar fazendo, sem esperar que qualquer coisa caia do céu sem o meu esforço.
"Assim, podemos seguir confiantes, certos da vitória sobre nós mesmos, sobre as nossas dificuldades em entender, o porque de certas situações."
Quando não há resposta, devemos seguir trabalhando, certos de que, no devido tempo, tudo será esclarecido, elucidado e concluído.
Assim, compreender que a felicidade é a recompensa natural, dos que insistem em fazer tudo direito, mesmo quando todos insistem em fazer errado.
"Somos os construtores dos nossos sonhos, responsáveis pelos nossos passos."
O que semeia, o que planta e o que vai colher.
Por isso, semeie amor, por onde você for.
Paulo Roberto Gaefke
DJALMAO
DJALMÃO
Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços.
Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.
- Djalmão, o chefe mandou você comer o CÚ desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.
- Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz:
- Ô seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus ó homem santo.
- Cala a boca e fica quieto aí!
Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:
- Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.
- Deixa ele aí que eu já resolvo.
Daí a pouco chega outro pobre coitado:
- Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!
- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
Mais alguns minutos entra outro:
- Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.
Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:
- Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: o cara do cú sou eu, tá?
( tá vendo???!!!, conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros percebemos que o nosso nem é assim, um problemãoooo).
Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços.
Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.
- Djalmão, o chefe mandou você comer o CÚ desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.
- Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz:
- Ô seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus ó homem santo.
- Cala a boca e fica quieto aí!
Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:
- Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.
- Deixa ele aí que eu já resolvo.
Daí a pouco chega outro pobre coitado:
- Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!
- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
Mais alguns minutos entra outro:
- Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.
Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:
- Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: o cara do cú sou eu, tá?
( tá vendo???!!!, conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros percebemos que o nosso nem é assim, um problemãoooo).
BANHO HOMENS E MULHERES
BANHO DAS MULHERES:
1 . Tira a roupa e coloca no cesto de roupa suja.
2. Vai para o banheiro de roupão.
3. Se cruza com o marido no caminho, cobre o corpo.
4. Pára diante do espelho e analisa o corpo.
5. Força a barriga para fora para poder se queixar que está mais gorda do que realmente está…
6. De costas, empina a bunda para verificar a celulite.
7. Antes de entrar no box, organiza a toalha para o rosto, a toalha para os cabelos e a toalha para o corpo.
8. Lava o cabelo com shampoo.
9. Enxágua longamente.
10. Repete o processo de lavar o cabelo com o shampoo.
11. Enxágua longamente de novo.
12. Enche o cabelo com condicionador e deixa por 15 minutos.
13. Lava o rosto com sabonete esfoliante até que o rosto fique vermelho..
14. Lava o resto do corpo com sabonete hidratante para o corpo.
15. Tira o condicionador do cabelo.
16. Este processo leva 10 minutos. Ela deve estar segura que todo o condicionador foi retirado.
17. Depilação de axilas, pernas e área do biquíni.
18. Desliga a ducha. Escorre toda a água dentro da ducha.
19. Sai da ducha e se seca com uma toalha do tamanho da África Meridional.
20. Enrola uma toalha super absorvente na cabeça.
21. Revisa mais uma vez o corpo em busca de detalhes.
22. Retorna ao quarto com o roupão.
23. Se encontra o marido, se cobre mais ainda e corre para o quarto..
24. Passa creme hidratante no corpo.
25. Se veste.
26. Passa creme facial.
27. Uma hora e quarenta minutos depois, está pronta.
O BANHO DOS HOMENS:
1. Sentado na cama, vai tirando toda a roupa, arrotando, peidando e jogando tudo no piso em frente.
2. Cheira as meias e a cueca, para após lançá-las sobre o montinho formado.
3. Vai pelado até o banheiro.
4. Se encontra a esposa no caminho, balança o pinto imitando um ventilador.
5. Pára defronte ao espelho para ver o físico.
6. Encolhe a barriga.
7. Faz pose de halterofilista.
8. Checa o tamanho do pinto.
9. Por fim, coça o saco.
10. Entra na ducha.
11. Não se preocupa com toalhas. Se não tiver por ali uma de banho, vai se secar com a de rosto mesmo.
12. Lava o rosto com sabão.
13. Se mata de rir com o eco que faz dentro do box quando peida.
15. No banho, deixa pelos do saco no sabão.
16. Lava o cabelo com qualquer shampoo.
17. Não usa condicionador.
18. Faz um penteado punk.
19. Sai da ducha para ver no espelho como ficou seu penteado punk.
20. Morre de rir.
21. Mija dentro do box.
22. Faz toda a vizinhança ouvir quando assoa o nariz dentro do box.
23. Tira o shampoo e sai imediatamente da ducha.
24. Não se dá conta de que todo o banheiro está molhado pois, tomou banho com o box aberto.
25. Quase seco, pára outra vez diante do espelho.
26. Contrai os músculos e revisa o tamanho do pinto.
27. Coça o saco.
28. Sai do banheiro e deixa a luz acesa.
29. Deixa pegadas molhadas com espuma de sabão.
30. Volta para o quarto.
31. Se encontra a esposa no caminho, volta a balançar o pinto, imitando ventilador.
32. Dá um tapa na bunda da esposa.
33. Chuta as roupas que estão no piso do quarto para um canto.
34. Quatro minutos depois está vestido, pronto e perguntando se a esposa ainda vai demorar muito.
1 . Tira a roupa e coloca no cesto de roupa suja.
2. Vai para o banheiro de roupão.
3. Se cruza com o marido no caminho, cobre o corpo.
4. Pára diante do espelho e analisa o corpo.
5. Força a barriga para fora para poder se queixar que está mais gorda do que realmente está…
6. De costas, empina a bunda para verificar a celulite.
7. Antes de entrar no box, organiza a toalha para o rosto, a toalha para os cabelos e a toalha para o corpo.
8. Lava o cabelo com shampoo.
9. Enxágua longamente.
10. Repete o processo de lavar o cabelo com o shampoo.
11. Enxágua longamente de novo.
12. Enche o cabelo com condicionador e deixa por 15 minutos.
13. Lava o rosto com sabonete esfoliante até que o rosto fique vermelho..
14. Lava o resto do corpo com sabonete hidratante para o corpo.
15. Tira o condicionador do cabelo.
16. Este processo leva 10 minutos. Ela deve estar segura que todo o condicionador foi retirado.
17. Depilação de axilas, pernas e área do biquíni.
18. Desliga a ducha. Escorre toda a água dentro da ducha.
19. Sai da ducha e se seca com uma toalha do tamanho da África Meridional.
20. Enrola uma toalha super absorvente na cabeça.
21. Revisa mais uma vez o corpo em busca de detalhes.
22. Retorna ao quarto com o roupão.
23. Se encontra o marido, se cobre mais ainda e corre para o quarto..
24. Passa creme hidratante no corpo.
25. Se veste.
26. Passa creme facial.
27. Uma hora e quarenta minutos depois, está pronta.
O BANHO DOS HOMENS:
1. Sentado na cama, vai tirando toda a roupa, arrotando, peidando e jogando tudo no piso em frente.
2. Cheira as meias e a cueca, para após lançá-las sobre o montinho formado.
3. Vai pelado até o banheiro.
4. Se encontra a esposa no caminho, balança o pinto imitando um ventilador.
5. Pára defronte ao espelho para ver o físico.
6. Encolhe a barriga.
7. Faz pose de halterofilista.
8. Checa o tamanho do pinto.
9. Por fim, coça o saco.
10. Entra na ducha.
11. Não se preocupa com toalhas. Se não tiver por ali uma de banho, vai se secar com a de rosto mesmo.
12. Lava o rosto com sabão.
13. Se mata de rir com o eco que faz dentro do box quando peida.
15. No banho, deixa pelos do saco no sabão.
16. Lava o cabelo com qualquer shampoo.
17. Não usa condicionador.
18. Faz um penteado punk.
19. Sai da ducha para ver no espelho como ficou seu penteado punk.
20. Morre de rir.
21. Mija dentro do box.
22. Faz toda a vizinhança ouvir quando assoa o nariz dentro do box.
23. Tira o shampoo e sai imediatamente da ducha.
24. Não se dá conta de que todo o banheiro está molhado pois, tomou banho com o box aberto.
25. Quase seco, pára outra vez diante do espelho.
26. Contrai os músculos e revisa o tamanho do pinto.
27. Coça o saco.
28. Sai do banheiro e deixa a luz acesa.
29. Deixa pegadas molhadas com espuma de sabão.
30. Volta para o quarto.
31. Se encontra a esposa no caminho, volta a balançar o pinto, imitando ventilador.
32. Dá um tapa na bunda da esposa.
33. Chuta as roupas que estão no piso do quarto para um canto.
34. Quatro minutos depois está vestido, pronto e perguntando se a esposa ainda vai demorar muito.
galo gatarinense
Um fazendeiro tinha um galinheiro com 180 galinhas e estava procurando
um bom galo para reproduzir. Um dia, ele vai a uma agropecuária e diz
para o vendedor:
- Procuro um bom galo capaz de cobrir as minhas 180 galinhas.
O vendedor puxa uma gaiola com um galo enorme, musculoso, com a crista
de pé, de topete, olhos azuis e uma tatuagem dos Rolling Stones no
peito, e diz: Leva esse aqui, o Alberto Carioca. Ele não falha.
O fazendeiro leva o galo e no dia seguinte, pela manhã, solta o galo
no galinheiro.
O galo sai correndo, pega a primeira galinha, e dá duas sem tirar.
Pega a segunda e dá a primeira e quando está já na segunda, .... cai
frito.
O fazendeiro volta na loja e grita:
- Este galo puto comeu duas galinhas e capotou.
O vendedor se desculpou e puxou outro galo: Preto, de crista amarela,
olhos cinzas e tênis da Nike.
- Esse aqui é o Fernando Paulista. Não falha nunca. O fazendeiro volta
com o galo e repete a história: solta o bicho no galinheiro, e o galo
sai alucinado: come a primeira galinha de pé, pega a segunda e traça,
na terceira ele faz o 69 e quando estava bombeando a quarta, cai morto
no meio do galinheiro.
O fazendeiro, emputecido, volta na loja e diz:
- Escuta aqui, ô filho da mãe aquele galo broxa caiu morto. É melhor
você me vender um galo decente ou vou tocar fogo nesta merda.
Então o vendedor puxa um galo desnutrido, sem crista nem penas, com
olheiras, corcunda, com tênis bamba de lona e uma camisa que dizia
"Sou da Lagoa da Conceição e tenho orgulho de ser Catarinense" e diz
ao fazendeiro:
- Olha, é só o que me resta. O nome dele é Barriga Verde e chegou num
carregamento de QUALIDADE que veio de SC.
O fazendeiro, puto da vida, leva o galo pensando: 'O que vou fazer com
este galo catarinense, todo franzino? Chegando na fazenda, solta o
Barriga Verde no galinheiro.
O galo tira a camisa e sai enlouquecido traçando as 180 galinhas de
uma vez só....Da uma respirada .... e traça as 180 galinhas de novo...
Sai correndo e pega a cadela pastor alemão..... Aí o fazendeiro pega
ele, dá dois sopapos e para acalmá-lo, acaba trancando-o na gaiola.
- Caramba, que fenômeno! As galinhas ficaram xonadas!
No dia seguinte solta o bicho de novo. O galo sai faturando tudo que
vê: a ovelha, a porca e duas vacas..... O fazendeiro corre, pega ele
pelo pescoço, dá uma chacoalhada para acalmá-lo e joga ele na gaiola
de novo......
No terceiro dia, o fazendeiro encontra a gaiola toda arrebentada, as
galinhas com as xanas para cima, a porca com o rabo pro sol, as
ovelhinhas passando hipoglós na bunda, uma capivara mancando, e uma
égua sentada no gelo..... Até que, de repente, de longe, vê o Barriga
Verde caído no chão e os urubus voando em círculos sobre o pobre
galo...
- Nããããoooo..... O Barriga Verde morreeeuuuuu .... o meu Baaarrriiigga
Veeerrrrddde! O melhor galo do mundo!
No meio do lamento e da choradeira, cuidadosamente o Barriga Verde
abre um olho, olha para o fazendeiro, dá uma piscadinha e diz:
- SILÊNCIO GALO VÉIO! AQUELAS MORENAS TÃO QUASE DESCENDO AQUI!
QUALIDADE E EFICIÊNCIA . . .
SÓ EM SC ! !
um bom galo para reproduzir. Um dia, ele vai a uma agropecuária e diz
para o vendedor:
- Procuro um bom galo capaz de cobrir as minhas 180 galinhas.
O vendedor puxa uma gaiola com um galo enorme, musculoso, com a crista
de pé, de topete, olhos azuis e uma tatuagem dos Rolling Stones no
peito, e diz: Leva esse aqui, o Alberto Carioca. Ele não falha.
O fazendeiro leva o galo e no dia seguinte, pela manhã, solta o galo
no galinheiro.
O galo sai correndo, pega a primeira galinha, e dá duas sem tirar.
Pega a segunda e dá a primeira e quando está já na segunda, .... cai
frito.
O fazendeiro volta na loja e grita:
- Este galo puto comeu duas galinhas e capotou.
O vendedor se desculpou e puxou outro galo: Preto, de crista amarela,
olhos cinzas e tênis da Nike.
- Esse aqui é o Fernando Paulista. Não falha nunca. O fazendeiro volta
com o galo e repete a história: solta o bicho no galinheiro, e o galo
sai alucinado: come a primeira galinha de pé, pega a segunda e traça,
na terceira ele faz o 69 e quando estava bombeando a quarta, cai morto
no meio do galinheiro.
O fazendeiro, emputecido, volta na loja e diz:
- Escuta aqui, ô filho da mãe aquele galo broxa caiu morto. É melhor
você me vender um galo decente ou vou tocar fogo nesta merda.
Então o vendedor puxa um galo desnutrido, sem crista nem penas, com
olheiras, corcunda, com tênis bamba de lona e uma camisa que dizia
"Sou da Lagoa da Conceição e tenho orgulho de ser Catarinense" e diz
ao fazendeiro:
- Olha, é só o que me resta. O nome dele é Barriga Verde e chegou num
carregamento de QUALIDADE que veio de SC.
O fazendeiro, puto da vida, leva o galo pensando: 'O que vou fazer com
este galo catarinense, todo franzino? Chegando na fazenda, solta o
Barriga Verde no galinheiro.
O galo tira a camisa e sai enlouquecido traçando as 180 galinhas de
uma vez só....Da uma respirada .... e traça as 180 galinhas de novo...
Sai correndo e pega a cadela pastor alemão..... Aí o fazendeiro pega
ele, dá dois sopapos e para acalmá-lo, acaba trancando-o na gaiola.
- Caramba, que fenômeno! As galinhas ficaram xonadas!
No dia seguinte solta o bicho de novo. O galo sai faturando tudo que
vê: a ovelha, a porca e duas vacas..... O fazendeiro corre, pega ele
pelo pescoço, dá uma chacoalhada para acalmá-lo e joga ele na gaiola
de novo......
No terceiro dia, o fazendeiro encontra a gaiola toda arrebentada, as
galinhas com as xanas para cima, a porca com o rabo pro sol, as
ovelhinhas passando hipoglós na bunda, uma capivara mancando, e uma
égua sentada no gelo..... Até que, de repente, de longe, vê o Barriga
Verde caído no chão e os urubus voando em círculos sobre o pobre
galo...
- Nããããoooo..... O Barriga Verde morreeeuuuuu .... o meu Baaarrriiigga
Veeerrrrddde! O melhor galo do mundo!
No meio do lamento e da choradeira, cuidadosamente o Barriga Verde
abre um olho, olha para o fazendeiro, dá uma piscadinha e diz:
- SILÊNCIO GALO VÉIO! AQUELAS MORENAS TÃO QUASE DESCENDO AQUI!
QUALIDADE E EFICIÊNCIA . . .
SÓ EM SC ! !
QUANTAS MENTIRAS
Quantas mentiras nos contaram; foram tantas, que a gente bem cedo começa a acreditar e, ainda por cima, a se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.
Uma das mentiras:
É a que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe,
esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante.
É muito simples: não podemos.
Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite,
quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante .
Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.
Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que
faz de conta que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes - aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro.
Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma
happy hour.
Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de
produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.
Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo
combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.
E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver .
Segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas
sem as quais não se pode viver:
ar, água e pão.
Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria.
Parabéns para quem consegue fingir tudo isso....
Danuza Leão
Uma das mentiras:
É a que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe,
esposa, companheira e amante, e ainda por cima ter uma carreira profissional brilhante.
É muito simples: não podemos.
Não podemos; quando você se dedica de corpo e alma a seu filho recém-nascido, que na hora certa de mamar dorme e que à noite,
quando devia estar dormindo, chora com fome, não consegue estar bem sexy quando o marido chega, para cumprir um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante .
Aliás, nem a de companheira; quem vai conseguir trocar uma idéia sobre a poluição da Baía de Guanabara se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres - e os maridos - de que um peixinho com ervas no forno com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer - sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.
Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que
faz de conta que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour - aquele - das executivas da Madison.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes - aqueles que enlouquecem os homens - precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro.
Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada - o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete - um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma
happy hour.
Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de
produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.
Felizes são as mulheres que têm cinco minutos - só cinco - para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo
combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.
E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver .
Segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas
sem as quais não se pode viver:
ar, água e pão.
Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria.
Parabéns para quem consegue fingir tudo isso....
Danuza Leão
NELSON JOBIM
Assim que o perigo passou, Nelson Jobim apareceu na zona conflagrada pronto para o que desse e viesse. Em caso de tsunami, baixaria numa praia do Haiti com a farda de almirante que ganhou na Rússia.
Em caso de ataque alienígena, sobrevoaria o Caribe com o traje de gala de brigadeiro francês. Como foi um caso de terremoto, o ministro da Defesa incorporou o general Jobim e irrompeu em Porto Príncipe enfiado num uniforme de campanha.
A missão foi cumprida em três dias.
No primeiro, o destemido forasteiro recomendou aos sobreviventes que hospitalizassem os feridos e enterrassem os mortos.
No segundo, determinou aos militares brasileiros em ação na cidade sem água nem mantimentos que dessem de beber a quem tem sede e de comer a quem tem fome.
No terceiro, descobriu que o governo brasileiro sofrera uma perda muito mais dolorosa que as provocadas pelo terremoto.
E então levou a mão ao coldre.
Jobim manteve a pose de quem lutou em todas as guerras, e portanto não se emociona com pouco, ao comentar a morte em combate da doce guerreira Zilda Arns, do diplomata Luiz Carlos da Costa e dos 14 jovens heróis engajados na força de paz da ONU. Isso acontece, sugeriu o sorriso superior. O que lhe pareceu insuportável foi a perda do controle do aeroporto da capital para os oficiais que lideram 10 mil soldados americanos.
“Não podemos admitir o comando unilateral dos Estados Unidos”, avisou ao saber que os ianques tinham assumido a administração do aeroporto em colapso e normalizado o tráfego dos aviões — sem pedirem licença ao Brasil. E perdeu a paciência de vez com a notícia de que cargueiros da FAB foram impedidos de pousar na capital por controladores de voo americanos, que desviaram a aterrissagem para pistas menos inseguras.
“Tudo isso pode ser visto como algo natural”, concedeu o chanceler Celso Amorim, “mas é importante ter a clareza de que nós estamos sendo tratados com a prioridade adequada”. Informado de que os gringos estavam no controle do aeroporto por solicitação do governo haitiano, resolveu conferir a história com Hillary Clinton e prometeu pedir tratamento especial para aeronaves brasileiras. O script avisa que, agora nas montanhas de escombros, o Itamaraty continua à caça de algum atalho que leve ao Conselho de Segurança da ONU.
O espetáculo do oportunismo rastaquera foi engrossado na sexta-feira pela embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luísa Viotti. “Estou em busca de informações sobre o caráter da presença das tropas americanas em Porto Príncipe”, disse a diplomata, fustigada pela suspeita de sempre: depois de ter arrendado a Colômbia, o império de Barack Obama talvez tente anexar o Haiti. Aliviou-se com a descoberta de que a missão é humanitária, mas não sossegou de todo. No momento, quer saber da Casa Branca se existe o risco de “interferências na missão de paz comandada por militares brasileiros”.
Segundo a ONU, um país atolado na miséria absoluta foi dissolvido pela maior tragédia ocorrida desde a fundação da entidade há 60 anos. Mergulhado no pesadelo incomparável, desprovido de tudo, o Haiti precisa de muito pão, mas por enquanto não precisa de circo.
A trupe do governo está liberada para envergonhar o Brasil em outras paragens.
16 de janeiro de 2010
Em caso de ataque alienígena, sobrevoaria o Caribe com o traje de gala de brigadeiro francês. Como foi um caso de terremoto, o ministro da Defesa incorporou o general Jobim e irrompeu em Porto Príncipe enfiado num uniforme de campanha.
A missão foi cumprida em três dias.
No primeiro, o destemido forasteiro recomendou aos sobreviventes que hospitalizassem os feridos e enterrassem os mortos.
No segundo, determinou aos militares brasileiros em ação na cidade sem água nem mantimentos que dessem de beber a quem tem sede e de comer a quem tem fome.
No terceiro, descobriu que o governo brasileiro sofrera uma perda muito mais dolorosa que as provocadas pelo terremoto.
E então levou a mão ao coldre.
Jobim manteve a pose de quem lutou em todas as guerras, e portanto não se emociona com pouco, ao comentar a morte em combate da doce guerreira Zilda Arns, do diplomata Luiz Carlos da Costa e dos 14 jovens heróis engajados na força de paz da ONU. Isso acontece, sugeriu o sorriso superior. O que lhe pareceu insuportável foi a perda do controle do aeroporto da capital para os oficiais que lideram 10 mil soldados americanos.
“Não podemos admitir o comando unilateral dos Estados Unidos”, avisou ao saber que os ianques tinham assumido a administração do aeroporto em colapso e normalizado o tráfego dos aviões — sem pedirem licença ao Brasil. E perdeu a paciência de vez com a notícia de que cargueiros da FAB foram impedidos de pousar na capital por controladores de voo americanos, que desviaram a aterrissagem para pistas menos inseguras.
“Tudo isso pode ser visto como algo natural”, concedeu o chanceler Celso Amorim, “mas é importante ter a clareza de que nós estamos sendo tratados com a prioridade adequada”. Informado de que os gringos estavam no controle do aeroporto por solicitação do governo haitiano, resolveu conferir a história com Hillary Clinton e prometeu pedir tratamento especial para aeronaves brasileiras. O script avisa que, agora nas montanhas de escombros, o Itamaraty continua à caça de algum atalho que leve ao Conselho de Segurança da ONU.
O espetáculo do oportunismo rastaquera foi engrossado na sexta-feira pela embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luísa Viotti. “Estou em busca de informações sobre o caráter da presença das tropas americanas em Porto Príncipe”, disse a diplomata, fustigada pela suspeita de sempre: depois de ter arrendado a Colômbia, o império de Barack Obama talvez tente anexar o Haiti. Aliviou-se com a descoberta de que a missão é humanitária, mas não sossegou de todo. No momento, quer saber da Casa Branca se existe o risco de “interferências na missão de paz comandada por militares brasileiros”.
Segundo a ONU, um país atolado na miséria absoluta foi dissolvido pela maior tragédia ocorrida desde a fundação da entidade há 60 anos. Mergulhado no pesadelo incomparável, desprovido de tudo, o Haiti precisa de muito pão, mas por enquanto não precisa de circo.
A trupe do governo está liberada para envergonhar o Brasil em outras paragens.
16 de janeiro de 2010
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